INDAIATUBA AVANÇA 29 POSIÇÕES NO IDHM DA FIRJAN

INDAIATUBA AVANÇA 29 POSIÇÕES NO IDHM DA FIRJAN

08 de julho de 2015.
Depois de ser considerada a primeira
cidade em Gestão Fiscal no Estado pela Federação das Indústrias do Estado do
Rio de Janeiro (Firjan) Indaiatuba também apresenta outro indicador mostrando a
responsabilidade com a qual é tratada a administração municipal. Desta vez é o
IDHM (Índice de Desenvolvimento Humano Municipal), o qual Indaiatuba subiu 29
posições em relação a década anterior. O Índice, apresentado a cada dez anos, é
organizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD),
Fundação João Pinheiro e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O
município ocupava a 105ª colocação em 2000 e em 2010 saltou para 76ª posição,
respectivamente era de 0,704 e está em 0,788. “Estamos com índices superiores à
média dos Estados do Brasil. Ficamos atrás apenas do Distrito Federal”, revela
o prefeito Reinaldo Nogueira (PMDB).
O maior impulso para a mudança de
Indaiatuba no ranking foi a Educação, que em 2000 era de 0,573 e passou para
0,738, que representa Indaiatuba ter saído da 220ª para a 93ª posição. “Esses
índices mostram que estamos caminhando sempre no processo de crescimento com
responsabilidade e valorizando e colocando sempre a Educação como prioridade em
Indaiatuba”, comenta o prefeito Reinaldo Nogueira.
O estudo feito pela ONU (Organização
das Nações Unidas) em conjunto com outras entidades aponta que no município a
proporção de crianças de 5 a 6 anos na escola é de 96,24%, em 2010. No mesmo
ano, a proporção de crianças de 11 a 13 anos frequentando os anos finais do
ensino fundamental é de 89,77%; a proporção de jovens de 15 a 17 anos com
ensino fundamental completo é de 75,17%; e a proporção de jovens de 18 a 20
anos com ensino médio completo é de 51,70%. Entre 1991 e 2010, essas proporções
aumentaram, respectivamente, em 65,55 pontos percentuais, 31,18 pontos
percentuais, 51,23 pontos percentuais e 39,42 pontos percentuais.
O indicador Expectativa de Anos de
Estudo também sintetiza a frequência escolar da população em idade escolar.
Mais precisamente, indica o número de anos de estudo que uma criança que inicia
a vida escolar no ano de referência deverá completar ao atingir a idade de 18
anos. Entre 2000 e 2010, ela passou de 10,29 anos para 10,68 anos, no município.
Em 1991, a expectativa de anos de estudo era de 9,71 anos, no município.
Também compõe o IDHM Educação um
indicador de escolaridade da população adulta, o percentual da população de 18
anos ou mais com o ensino fundamental completo. Entre 2000 e 2010, esse
percentual passou de 46,89% para 65,65%, no município. Em 1991, os percentuais
eram de 28,08%, no município. Em 2010, considerando-se a população municipal de
25 anos ou mais de idade, 4,15% eram analfabetos, 61,49% tinham o ensino
fundamental completo, 45,24% possuíam o ensino médio completo e 15,04%, o
superior completo. No Brasil, esses percentuais são, respectivamente, 11,82%,
50,75%, 35,83% e 11,27%.
O IDHM é um índice composto que
agrega três das mais importantes dimensões do desenvolvimento humano: a
oportunidade de viver uma vida longa e saudável, de ter acesso ao conhecimento
e ter um padrão de vida que garanta as necessidades básicas, representadas pela
saúde, educação e renda.
Educação – Acesso a
conhecimento é medido pela composição de indicadores de escolaridade da
população adulta e do fluxo escolar da população jovem. A escolaridade da
população adulta é medida pelo percentual de pessoas de 18 anos ou mais de
idade com fundamental completo; e tem peso 1. O fluxo escolar da população jovem
é medido pela média aritmética do percentual de crianças entre 5 e 6 anos
frequentando a escola, do percentual de jovens entre 11 e 13 anos frequentando
os anos finais do ensino fundamental (6º a 9º ano), do percentual de jovens
entre 15 e 17 anos com ensino fundamental completo e do percentual de jovens
entre 18 e 20 anos com ensino médio completo; e tem peso 2. A medida acompanha
a população em idade escolar em quatro momentos importantes da sua formação. A
média geométrica desses dois componentes resulta no IDHM Educação. Os dados são
do Censo Demográfico do IBGE.
Longevidade – Vida longa e
saúdável é medida pela expectativa de vida ao nascer, calculada por método
indireto a partir dos dados dos Censos Demográficos do IBGE. Esse indicador
mostra o número médio de anos que as pessoas viveriam a partir do nascimento,
mantidos os mesmos padrões de mortalidade observados no ano de referência.
Renda – Padrão de
vida é medido pela renda municipal per capita, ou seja, a renda média de
cada residente de determinado município. É a soma da renda de todos os
residentes, dividida pelo número de pessoas que moram no município – inclusive
crianças e pessoas sem registro de renda. Os dados são do Censo Demográfico do
IBGE. Os três componentes acima são agrupados por meio da média geométrica,
resultando no IDHM.
Foto: Prefeito de Indaiatuba , Reinaldo Nogueira, com alunos da rede pública de ensino da cidade.
Crédito: Eliandro Figueira/ PMI  

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