23 de novembro de 2015.
Campinas recebe nesta terça-feira (24/11) e quarta feira (25/11) a 2ªedição do Fórum Mega Agro, destinado aos maiores produtores de grãos de todo o
Brasil. O evento, patrocinado pela PwC Brasil, ocorre, a partir das 13h20, no
Royal Palm Plaza Resort Campinas. Os temas centrais do evento envolvem “foco na
gestão” e “rentabilidade na fazenda”. O evento, somente para convidados
organizado pela Informa Group Latin America e patrocinado pela PwC Brasil,
reunirá importantes nomes do setor, que irão debater esses e outros assuntos.
Entre os palestrantes confirmados
estão Luiz Cornacchioni, diretor executivo da Abag (Associação Brasileira do
Agronegócio), Almir Dalpasquale, presidente da Aprosoja (Associação dos
Produtores de Soja do Brasil), Francisco Vila, diretor da SRB (Sociedade Rural
Brasileira), e Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação
Getúlio Vargas (FGV) e ex-ministro da Agricultura, que falará sobre o atual
cenário político e econômico da Agricultura no Brasil e as perspectivas
futuras.
estão Luiz Cornacchioni, diretor executivo da Abag (Associação Brasileira do
Agronegócio), Almir Dalpasquale, presidente da Aprosoja (Associação dos
Produtores de Soja do Brasil), Francisco Vila, diretor da SRB (Sociedade Rural
Brasileira), e Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação
Getúlio Vargas (FGV) e ex-ministro da Agricultura, que falará sobre o atual
cenário político e econômico da Agricultura no Brasil e as perspectivas
futuras.
A Sócia líder de agribusiness da PwC
Brasil, Ana Malvestio, disse que o mundo reconhece a importância do agronegócio
brasileiro, mas que infelizmente internamente
não se tem uma estratégia adequada. “Nós não temos a importância e a
consideração que deveríamos face à importância que o mundo nos dá. Segundo a
FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), o Brasil
vai ser o segundo maior fornecedor global de alimentos para o mundo nos
próximos20 anos na faixa de 40%”, diz.
Brasil, Ana Malvestio, disse que o mundo reconhece a importância do agronegócio
brasileiro, mas que infelizmente internamente
não se tem uma estratégia adequada. “Nós não temos a importância e a
consideração que deveríamos face à importância que o mundo nos dá. Segundo a
FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), o Brasil
vai ser o segundo maior fornecedor global de alimentos para o mundo nos
próximos20 anos na faixa de 40%”, diz.
Segundo Ana Malvéstio com relação a rentabilidade
na fazenda sob o ponto de vista operacional, o Brasil é um dos pioneiros no
mundo em termos de produção. “Muita
coisa evoluiu em termos de rentabilidade e produção com baixos custos, mas a
gestão disso ainda é muito ruim. O que a gente percebe é que houve um
investimento muito importante e relevante para que a gente pudesse ter os
resultados que nós temos no campo, mas a gestão ainda carece de um adequado investimento. O agronegócio
brasileiro é tocado por famílias, pessoas físicas, e quando você tem a
profissionalização é gerido por empresas familiares”, comenta.
na fazenda sob o ponto de vista operacional, o Brasil é um dos pioneiros no
mundo em termos de produção. “Muita
coisa evoluiu em termos de rentabilidade e produção com baixos custos, mas a
gestão disso ainda é muito ruim. O que a gente percebe é que houve um
investimento muito importante e relevante para que a gente pudesse ter os
resultados que nós temos no campo, mas a gestão ainda carece de um adequado investimento. O agronegócio
brasileiro é tocado por famílias, pessoas físicas, e quando você tem a
profissionalização é gerido por empresas familiares”, comenta.
Ana Malvestio revela a expectativa com
relação ao evento. “É contribuir para as discussões e no incremento desse
debate para que a agricultura brasileira cada vez mais adquira o protagonismo
que ela deve ter para o país e para o mundo. Eu acho que é um momento de
desenvolvimento das discussões, incremento e compartilhamento das informações”,
afirma.
relação ao evento. “É contribuir para as discussões e no incremento desse
debate para que a agricultura brasileira cada vez mais adquira o protagonismo
que ela deve ter para o país e para o mundo. Eu acho que é um momento de
desenvolvimento das discussões, incremento e compartilhamento das informações”,
afirma.
Ela vai apresentar sua palestra
“Gestão, Controladoria e Governança do Agronegócio: a Teoria na Prática”, no
segundo dia do evento. “Durante a palestra, abordarei vários assuntos que
interessam ao produtor rural brasileiro, como os desafios das empresas
familiares, a importância do papel dos familiares envolvidos no agronegócio e o
processo sucessório. É a tradução dos conceitos de gestão e governança para a
realidade do empresário rural”, antecipa.
“Gestão, Controladoria e Governança do Agronegócio: a Teoria na Prática”, no
segundo dia do evento. “Durante a palestra, abordarei vários assuntos que
interessam ao produtor rural brasileiro, como os desafios das empresas
familiares, a importância do papel dos familiares envolvidos no agronegócio e o
processo sucessório. É a tradução dos conceitos de gestão e governança para a
realidade do empresário rural”, antecipa.
Foto: Sócia líder de agribusiness da PwC Brasil, Ana Malvestio.
Crédito: Divulgação.