AGILIDADE DA CONSTRUÇÃO INDUSTRIALIZADA EXIGE DIGITALIZAÇÃO DE PROCESSOS PARA ENTREGAS MAIS EFICIENTES

Quatro vezes mais rápido que o sistema construtivo comum, 85% de redução de desperdícios de materiais e linha de produção automatizada são realidades do sistema construtivo com tecnologia industrializada e sustentável light wood frame. O modelo de negócio, trazido com pioneirismo para o Brasil pela paranaense Tecverde, também exigiu uma mudança no formato de controle dos processos na companhia.

A digitalização foi fundamental para que a qualidade dos recursos pudesse ser aferida no timing correto. “A Tecverde trabalha com um sistema construtivo industrializado à seco, que traz mais velocidade e racionalização na execução da obra. Essa realidade na construção traz também um fluxo de informações mais intenso, o que demandou a digitalização dos processos. Substituímos as FVS impressas pelos tablets em que opera o Mobuss Construção. Todo o controle agora é feito no sistema e temos um fluxo de trabalho e de dados que nos permite um controle efetivo da qualidade em cada processo”, destaca Ramon Pollnow, gerente de Engenharia de Operações da Tecverde.

Qualidade na palma da mão

De acordo com o executivo, um dos grandes desafios da companhia era criar parametrizações de controle de qualidade e garantir que a agilidade do processo de construção não interferisse no cumprimento do Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras (SiAC). “Possuímos inspetores de qualidade em fábrica e obra, treinados para avaliar a conformidade do produto. Após a implantação do Módulo de Qualidade do Mobuss Construção foi possível integrar o processo, a metodologia e a gestão da informação entre fábrica e obra”, diz.

Com registros digitalizados, o volume de dados sobre processos também aumentou, garantindo à companhia mais eficácia e embasamento para ações preventivas no controle de qualidade. “Com base nos indicadores e relatórios coletados, a produção recebe uma retroalimentação imediata, mas também a Engenharia utiliza esta informação como entrada para novos projetos a serem desenvolvidos. A centralização da informação em uma plataforma unificada entre a fábrica e diferentes canteiros de obras, possibilitou mais assertividade na identificação e tratamento de não conformidades”, salienta Ramon.

Adriana Bombassaro, diretora de Produto da Teclógica, empresa responsável pelo desenvolvimento do Mobuss Construção, diz que a agilidade nos processos é um diferencial importante para o setor de construção. “Vemos que, cada vez mais, esse controle eficiente de processos, com informações consolidadas, é fundamental para obras com menos desperdício, tanto de recursos quanto de tempo. Hoje as empresas eliminam o processo de controle manual, ganhando mais tempo para a tomada de decisão e gerindo toda a obra no canteiro, em tempo real”, destaca.

O gestor da Tecverde, que hoje conta com maior controle em seu processo de qualidade, concorda. “O principal benefício identificado foi a sinergia de velocidade e precisão entre o Sistema Construtivo da Tecverde e a tecnologia do Mobuss Construção”, finaliza.

O sistema wood frame da Tecverde já foi aplicado em mais de 130 mil metros quadrados de construção no país, o que significa que 13 mil toneladas de CO2 e 22 mil toneladas de resíduos foram deixadas de emitir nestes processos. O wood frame garante ainda conforto térmico e acústico aos ambientes e reduz em 90% o uso de recursos hídricos em sua produção.

 

Fotos 1 e 2 – Empresa paranaense Tecverde.

Foto 3 – Adriana Bombassaro, diretora de Produto da Teclógica, empresa responsável pelo desenvolvimento do Mobuss Construção.

Crédito: Divulgação.

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