CAMPINAS DEBATE RESÍDUOS URBANOS

O segundo Fórum Campinas+21, com o tema “Resíduos Urbanos, soluções ao desafio na Vida Contemporânea” ocorreu nesta quinta-feira (27), no Vitória Hotel, no bairro Cambuí, em Campinas (SP). A proposta foi de discutir novas soluções para lidar com os resíduos sólidos produzidos pelos municípios envolvidos no projeto.  O evento foi promovido pelo Instituto Sustentar em parceria com o Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas e Anhanguera Educacional, apoiados pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) seccional Campinas, Centro da Indústria do Estado de São Paulo (Ciesp) e o Cenário Capital.
A ideia do Fórum Campinas+21 é de criar um espaço permanente para a discussão do futuro das 22 cidades da região de Campinas e também deve abordar a carta produzida em sua primeira edição, enviada ao RIO+20, e que já teve uma de suas propostas aplicadas, o projeto Cidades Criativas, que já entrou em vigor em cinco municípios. 
O Instituto Sustentar, uma organização não governamental sem fins lucrativos, que integra parceiros do poder público e privado para assessorar projetos voltados para a sustentabilidade e o meio ambiente.

O evento tem como objetivo ser instrumento agregador de ideias e contribuir para o desenvolvimento sustentável, criando um espaço permanente para discussões quanto ao futuro da região estendida de Campinas, que compreende os 19 municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC), mais as cidades de Limeira, Amparo e Piracicaba.

O presidente do Instituto Sustentar, Luiz Fernando Faria,disse que está se trabalhando a questão dos resíduos urbanos que seria o esgoto e o lixo. Segundo ele, a questão do esgoto, por exemplo, tem que ser tratada de maneira regional e aponta como uma solução para resolver a questão de investimentos e tecnologias necessárias no tratamento da água e do esgoto a privatização das companhias municipais de saneamento. “O que se entende hoje como coisa boa é privatizar. Você tem Jaguariúna, por exemplo, que quem cuida do esgoto e da água é o município, o chamado DAE. O município não tem condição de arcar com custos novos para implantar novas tecnologias. Se privatizar, uma empresa grande  tem condições de investir muito dinheiro no tratamento do esgoto. Quando se privatiza a empresa explora os serviços de água  esgoto por 10 ou 20 anos e em contrapartida a empresa tem que tratar 100% do esgoto, ter água em 100% das residências e nas indústrias e recuperar águas industriais, então quando você privatiza é negócio”, diz.
 

Com relação ao lixo, Luiz Fernando diz que o aterro sanitário é a pior das soluções existentes. “Nós temos hoje soluções modernas, como as usinas de lixo. Usina de lixo é privada. A empresa instala a usina e você entrega o lixo para ela e a empresa transforma o lixo em gás, ou seja, em energia limpa. O resíduo final vira tijolo e ela cobra para fazer isso por tonelada”, explica.
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