CAMPINAS E REGIÃO REGISTRAM CRESCIMENTO NAS VENDAS EM AGOSTO

A Associação Comercial e Industrial de Campinas (Acic), informou que os números do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) de agosto indicam que as vendas no comércio varejista de Campinas e região, ficaram 6,76% acima das vendas de julho, e apresentou um leve aumento de 1,25% sobre as vendas de agosto de 2017.  Esse pequeno aumento foi motivado pela movimentação positiva observada pelas vendas do “Dia dos Pais”, que expandiu em 2,18% sobre a mesma data do ano passado, e também pelas compras a prazo efetuadas pelos consumidores, que cresceram em 5,36% em relação às aquisições do ano passado. A participação do e-commerce ficou em 9,0% sobre as vendas físicas, correspondendo a 30.933 consultas equivalentes.Coletiva ACIC Maio _ Laerte Martins

As vendas de agosto movimentaram em Campinas cerca de R$ 1.24 milhão e na Região Metropolitana de Campinas (RMC) R$ 2.96 milhões, cerca de 2,95% acima dos respectivos valores de Campinas e RMC.

A inadimplência em Campinas apresenta uma redução de 30,46% sobre julho e uma evolução de 2,77% sobre agosto de 2017. No acumulado do ano de janeiro a agosto de 2018, a evolução foi de 2,08% com 186.725 carnês/boletos vencidos e não pagos a mais de 30 dias, representando cerca de R$ 134,4 milhões no endividamento dos consumidores.

Na RMC a inadimplência também apresentou uma elevação de 2,08% com 449.940 carnês / boletos vencidos e não pagos a mais de 30 dias, representando R$ 324 milhões no endividamento dos consumidores. “Frente a esses números, os efeitos da crise econômica atual têm mostrado algumas melhoras nos principais indicadores, mas sem maiores expansões das atividades econômicas como PIB, consumo, juros, câmbio e inflação”, avalia Laerte Martins, diretor de economia da Acic.

Para Martins, os efeitos das eleições deste ano ainda são incertos quanto a uma tomada de recuperação econômica mais efetiva, mas o comércio varejista deve se preparar para novos tempos difíceis na economia e na política nacional. “A expectativa de melhoria mais efetiva deve ser esperada a partir de 2020, quando teremos as implantações dos planos do novo governo, que deverá permanecer até o final de 2022”, finaliza o economista da Acic.

Foto: Diretor de Economia da Acic, Laerte Martins.

Crédito: Divulgação

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