CRESCE O NÚMERO DE EMPRESAS QUE BUSCAM HOME EQUITY PARA LEVANTAR CAPITAL DE GIRO

Diante de um cenário em que cinco grandes bancos concentram 80% dos ativos do país, o acesso ao crédito fica mais difícil com o excesso de burocracia, explica o consultor e diretor comercial do Galleria Finanças, Fabrício Figueiredo. O home Equity, modalidade de crédito com garantia de imóvel é uma solução para quem precisa de aporte financeiro e o perfil não atende as exigências das instituições bancárias.

Há muito mercado para esse tipo de crédito. Segundo o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, são 51 milhões de imóveis quitados no país.

Muitas pessoas, físicas e jurídicas, passam por momentos em que precisam de recursos financeiros de terceiros para cumprir com seus compromissos. “Ninguém está livre disso e as necessidades são as mais variadas possíveis como: cirurgias, investimentos, necessidade de capital de giro, dívidas em atraso”, ressalta Fabrício.

Segundo o diretor comercial, as grandes Instituições do país trabalham de forma mais automatizada, como créditos calculados baseados em conceitos, características e experiências que alimentam softwares para o cálculo do crédito. Não olham individualmente a necessidade e o perfil de cada cliente.

Essa modalidade de crédito é uma ótima opção para o empreendedor que quer expandir seus negócios. Há muita burocracia e barreiras para as pequenas e médias terem acesso ao financiamento e o Home equity acaba sendo a opção mais fácil e barata. Um exemplo, os clientes que estão aumentando as vendas e precisam de mais Capital de Giro para suprir essa elevação. Se analisarmos o Balanço do cliente, fechado no último ano, essa crescente não será mostrada e o aumento do limite de crédito poderá ser reprovado.

Em muitos casos algum tipo de restrição impede o indivíduo de tomar recursos em Banco. “Analisamos cada caso para ver o impacto das restrições e, caso fique evidenciado que a empresa tem capacidade de pagamento e que a restrição não impacta a garantia da operação, o empréstimo é consolidado. Porém, em casos como esse, vemos uma taxa de inadimplência mais alta afetando a taxa de contratação da operação.”, explica Fabrício.

Como exemplos podemos citar as taxas de Cheque Especial, Cartão de Crédito e CDC não consignado/sem garantias que possuem altas taxas de juros devido à inadimplência histórica.

Segundo Fabrício, no caso do Home Equity, o fato de se ter algo concreto como garantia, diminui o risco de inadimplência; os juros costumam serem bem mais baixos do que em outras modalidades de empréstimo, os prazos mais longos e as prestações são menores.

Outro fator importante, é o prazo. O consultor cita que muitas vezes não se pode esperar meses para ter acesso ao empréstimo. “Diante dessas variáveis, criamos a Galleria Finanças visando exatamente o público que possui uma alta necessidade de recursos com prazo reduzido. Estamos fazendo operações em 10 dias após a entrega da documentação que também não é complexa como costuma ser nas grandes Instituições”, conclui o diretor comercial do Galleria Finanças”, destaca.

 

Foto 1 – diretor comercial do Galleria Finanças, Fabrício Figueiredo.

Foto 2 – Equipe do Galleria Finanças.

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