DEPÓSITOS DE POUPANÇA REGISTRAM RECORDE DE CAPTAÇÃO PARA SETOR IMOBILIÁRIO

Em
julho, sazonalmente, ocorre queda no nível de contratações, o que não se
mostrou diferente em 2012. Em julho, os empréstimos para aquisição e construção
de imóveis atingiram R$ 6,45 bilhões, inferiores em 13% aos de junho deste ano
e em 3%, relativamente a julho do ano passado. Não obstante, entre agosto de
2011 e julho de 2012, comparativamente aos 12 meses precedentes, os desembolsos
cresceram 15%.

O período de janeiro a julho deve ser visto pela estabilidade em relação a 2011,
pois os financiamentos imobiliários, no montante de R$ 43,5 bilhões, oscilaram
negativamente em apenas 0,4%.

Os indicadores mais positivos se referem às tendências de longo prazo. Nos
últimos 12 meses, até julho, o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo
(SBPE) liberou empréstimos para aquisição e construção de imóveis, com recursos
das cadernetas de poupança, 15% superiores aos dos 12 meses precedentes.

Financiamentos Imobiliários – Unidades – Em julho, foram financiados
34,7 mil imóveis, queda de 17% em relação a junho deste ano e de 11%, em
relação ao mesmo mês do ano passado.

Nos primeiros sete meses do ano, foram financiadas 249 mil unidades, número
9,6% inferior ao mesmo período do ano passado.

Outro indicador da estabilidade do crédito imobiliário está no comportamento do
número de operações: nos últimos 12 meses, foram financiados 470,8 mil imóveis,
número praticamente estável em relação aos 12 meses precedentes.

Poupança: saldo e captação – Em julho, os depósitos nas contas de
poupança do SBPE superaram os saques em mais de R$ 6 bilhões, melhor resultado
para o mês de julho desde a adoção do Real, em 1994.

Em termos acumulados, a captação líquida dos primeiros sete meses de 2012 foi
positiva em R$ 18,5 bilhões, quase o dobro do registrado em todo o ano passado
e 4,6 vezes maior do que a verificada em igual período de 2011 (R$ 3,99
bilhões).

A alteração da fórmula de remuneração da poupança, com vistas a adequá-la ao
novo cenário de taxa de juros, preservou a simplicidade da aplicação requerida
pelos poupadores, ao mesmo tempo em que sua rentabilidade continuou
competitiva.



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