ESPECIALISTA DESTACA A IMPORTÂNCIA DO NETWORK CORPORATIVO

Ter bom relacionamento com o chefe e colegas de trabalho, faz parte das regras da boa etiqueta corporativa, no entanto cultivar um bom contato com esses profissionais após sair da empresa é ainda mais importante. Eles podem ser essenciais na conquista de uma nova posição. Outra questão importante é fazer parte de sites de Network Corporativo, como o Linkedin. A orientação é do Coach e diretor geral da Elevartis. Guilherme Lang Dias Rego. A Elevartis é uma empresa de desenvolvimento profissional. “Infelizmente seja por falta de tempo, seja por falta de orientação, seja por nunca acreditar que o pior vai acontecer e o brasileiro tem essa questão de ser eternamente otimista, as pessoas não focam muito no Network profissional. O que eu vejo é que quando a pessoa perde o emprego e está precisando de repente ela vira uma expert em Network da pior maneira possível e ela vai contatar todo mundo para pedir alguma coisa e o bom Network começa quando você está bem e quando você oferece ajuda às pessoas quando se está numa posição favorável, pois isso é muito bem visto pelo mercado que reage bem quando você precisa”, diz.
Guilherme Rego lembra que muito antes da existência de e-mail e telefone celular as pessoas praticavam Network através de atividades como jogando tênis com grupos de executivos, fumando charuto em grupos nos quais se discutiam questões profissionais, jogavam golfe, participavam de eventos ou grupos de discussão. Segundo Guilherme tudo isso atualmente é facilitado pela tecnologia e pela reengenharia, porém o Coach alerta que é preciso ter cuidado em tudo que se fala nas redes sociais não só no Linketin, mas também no Facebook e no twitter. “Tem que ter certo cuidado porque tudo que está escrito está disponível para qualquer um ler”, comenta.
Guilherme Rego alerta que o bom relacionamento com as pessoas independentemente do nível hierárquico ocupado dentro da organização, pois uma importante rede de contatos pode se acionada caso ocorra a necessidade de um novo posicionamento no mercado. Ele destaca também que é importante que as pessoas tenham consciência de que elas são donas de suas próprias carreiras. “A pessoa não deve esperar que a empresa só se preocupe em desenvolvê-la porque a empresa daqui há dois ou três anos ou daqui a dois ou três meses pode demiti-la, dependendo das necessidades e de como o mercado está se comportando, então a pessoa tem que ter consciência  de que ela é a empresa dela, investindo em treinamento  tendo a sua imagem como profissional de mercado preservada, independentemente  da empresa que esteja trabalhando e mesmo estando numa determinada empresa é importante manter os relacionamentos com profissionais não só da empresa que trabalha mas também com de outras empresas participando  de ventos e estar sempre se atualizando”, diz.
Referências
Guilherme destacou também que as empresas que estão realizando um processo seletivo, em especial para posições gerenciais e acima, geralmente pedem referências profissionais. Segundo ele, essas referências não costumam estar no corpo do currículo, mas sim em uma folha separada, entregue quando solicitado.
Para montar a lista de referências, antes de tudo, é preciso bom senso. Pergunte sempre ao profissional se você pode coloca-lo na lista. Se houver dúvida, aborde sutilmente que tipo de feedback ele daria caso alguém ligasse pedindo informações suas. “Esta prática é comum no meio corporativo. Afinal de contas, ninguém quer colocar nesta lista pessoas que poderiam ser duvidosas ou que falem mal do seu trabalho.” explica Guilherme Rego.
No caso de nunca terem trabalhado com o profissional diretamente, os profissionais devem explicar qual foi o relacionamento que pode embasar uma recomendação. “O importante é dizer apenas o que reflete a realidade. Se você não trabalhou com a pessoa, pode, por exemplo, dizer que conhece a família, que sabe que o profissional em questão é ético de excelentes princípios, dentre outras qualidades realmente conhecidas.” Exemplifica Guilherme.
Uma maneira de recomendação muito comum nos dias de hoje é a virtual.  Em sites de network corporativo, tais como o Linkedin, existe espaço para recomendação voluntárias ou solicitadas. “Esta é uma nova e crescente forma de recomendar profissionais.  Eu ainda gosto mais da moda antiga: olho no olho ou, minimamente, uma conversa telefônica” destaca Guilherme.
Você também pode ser convidado a integrar a lista de alguém. Por isso são necessários alguns cuidados, como ser claro com o profissional se ele pedir autorização para coloca-lo na lista.  Se você não o recomendará, diga a ele, preferencialmente explicando o motivo. Outra dica importante é não recomendar pessoas que você não aprove.  Eventualmente você entrou na lista de referências de um profissional sem ser consultado.  Quando o headhunter, ou a empresa, ligar pedindo informações, cuide para não elogiar quem você não aprova.  Além de prejudicar a empresa que está pensando em contratar a pessoa, sua imagem fica bastante prejudicada no meio.  “Você pode até dizer que não possui tanta informação para formar um julgamento apropriado, mas de forma alguma recomende alguém que você não contrataria”, destaca Guilherme Rego
Agora, mesmo autorizando sua inclusão como referência, é importante ser o mais transparente e honesto possível.  “Às vezes existe um profissional que não só contrataríamos, mas que também recomendaríamos para aquela empresa. Mas se sabemos que, por exemplo, existe alguma peculiaridade importante em seu comportamento que julguemos importante ser elencado, devemos fazê-lo” diz Guilherme.
Com matriz em Campinas, São Paulo, a Elevartis®, empresa brasileira de desenvolvimento profissional e pessoal, nasceu em 2008 com a missão de melhorar o mundo em que vivemos e a nossa percepção dele.  A empresa trabalha no desenvolvimento e aperfeiçoamento de comportamentos e competências que tragam resultados tangíveis e diretos para seus clientes.  Dentre os serviços que oferece, em âmbito nacional e internacional, estão processos de coaching executivo, de vida pessoal, de equipe, para joverns líderes (até 25 nos), de carreira e o coaching de negócios (Business Coaching).  Guilherme L. D. Rego, fundador e CEO da Elevartis, foi executivo por mais de 20 anos, com experiência em multinacionais no Brasil e no exterior (residiu nos EUA, México e Israel), e a empresa conta com profissionais formados e certificados pela ICF (International Coach Federation), único órgão sem fins lucrativos que monitora a qualidade do coaching no mundo.
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