12 de janeiro de 2016.
Em assembleiarealizada na última quinta-feira (07/01), os farmacêuticos da rede Droga Verde
deliberaram por uma nova convocação para esta quarta-feira (13/01). Dessa vez,
a assembleia será realizada em frente à sede da rede Droga Verde, na Avenida
Baruel, 439, Casa Verde, em São Paulo (SP) a partir das 10h30.
A assembleia visa
discutir e deliberar sobre os procedimentos administrativos, jurídicos e
políticos tomados contra a empresa pelo atraso reiterado nos salários e outras
verbas, a procuração para ajuizamento de ação trabalhista em face da empresa,
discussão e deliberação sobre estado de greve e concessão de poderes para
ajuizamento de dissídio coletivo perante o Tribunal do Trabalho da Segunda
Região, entre outros pontos.
discutir e deliberar sobre os procedimentos administrativos, jurídicos e
políticos tomados contra a empresa pelo atraso reiterado nos salários e outras
verbas, a procuração para ajuizamento de ação trabalhista em face da empresa,
discussão e deliberação sobre estado de greve e concessão de poderes para
ajuizamento de dissídio coletivo perante o Tribunal do Trabalho da Segunda
Região, entre outros pontos.
Os trabalhadores da
rede Droga Verde cobram a regularização de pagamentos salariais, vale-transporte
e vale-refeição e de direitos do trabalhador garantidos em CLT, como FGTS, INSS
e demais encargos.
rede Droga Verde cobram a regularização de pagamentos salariais, vale-transporte
e vale-refeição e de direitos do trabalhador garantidos em CLT, como FGTS, INSS
e demais encargos.
Os atrasos têm sido
recorrentes desde outubro de 2015. O Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de
São Paulo (Sinfar-SP) tem acompanhado o caso desde o início e tomou as medidas
judiciais necessárias para proteger e garantir os direitos dos farmacêuticos da
rede. “O sindicato mantém sua posição como mediador para zelar pelo
farmacêutico e reitera o seu compromisso com o profissional”, afirma o presidente
do Sinfar-SP, Glicério Diniz Maia.
recorrentes desde outubro de 2015. O Sindicato dos Farmacêuticos no Estado de
São Paulo (Sinfar-SP) tem acompanhado o caso desde o início e tomou as medidas
judiciais necessárias para proteger e garantir os direitos dos farmacêuticos da
rede. “O sindicato mantém sua posição como mediador para zelar pelo
farmacêutico e reitera o seu compromisso com o profissional”, afirma o presidente
do Sinfar-SP, Glicério Diniz Maia.
Até o momento, a
empresa não procurou o sindicato ou os trabalhadores da rede para responder aos
questionamentos gerados e apresentar qualquer plano de ação para regularização
dos pagamentos.
empresa não procurou o sindicato ou os trabalhadores da rede para responder aos
questionamentos gerados e apresentar qualquer plano de ação para regularização
dos pagamentos.