INDAIATUBA TEM RESULTADOS POSITIVOS EM EXPORTAÇÕES E EMPREGOS

Indaiatuba
(SP) se destaca na Região Metropolitana de Campinas (RMC) no comércio exterior
e na geração de empregos formais. Apesar de o momento ser de muita preocupação a
frente da situação delicada pela qual a economia mundial passa, algumas cidades da
RMC continuam atuantes, talvez em ritmo mais
lento, mas com saldos positivos, como é o caso de Indaiatuba. A Secretaria de
Desenvolvimento do município divulgou os dados referentes à movimentação da
Balança Comercial referente ao mês de julho de 2012. De acordo com o relatório,
as exportações somaram US$ 68,1 milhões e as importações US$ 102,2 milhões o
que representa um acréscimo de aproximadamente 30% comparados ao mesmo mês em
2011.

No
acumulado de janeiro a julho de 2012 as exportações representam US$ 485 milhões
e as importações US$ 664 milhões. Juntas fazem com que a Balança Comercial
tenha uma movimentação superior a US$ 1 bilhão. Só nas exportações, no
acumulado, teve um acréscimo de 35% nos valores de movimentação comparados aos
meses de janeiro a julho de 2011.

No
ranking de exportações Indaiatuba manteve sua colocação a nível nacional (62º)
entre os 5.565 municípios, em âmbito estadual (14º) entre as 645 cidades
paulistas e na RMC (Região Metropolitana de Campinas) está em segundo lugar,
perdendo apenas para Campinas, na qual as exportações chegaram a US$ 696,4
milhões.

Para o
secretário de Desenvolvimento, Edmundo José Duarte, apesar de toda a crise
mundial e das dificuldades das empresas exportadoras de bens manufaturados, que
é o foco maior, o município tem bons resultados na Balança Comercial. “Indaiatuba
tem exportado cada vez mais. O significado disso só pode ser os ótimos produtos
fabricados aqui e a determinação dos nossos empresários que, com persistência,
conseguem vender para outros países””, ressalta.

Os
setores que mais movimentam as exportações são os de Bens Intermediários com
destaque para as Peças e Acessórios de Equipamentos de Transportes e o setor de
Bens de Consumo Duráveis. Os principais produtos exportados foram automóveis,
freios, rodas e partes e acessórios para tratores e veículos. Os principais
produtos importados foram caixas de marchas, veículos para movimentação de
cargas, ácido 2 Hidroxi4 (metiltio) e seu sal cálcico, sulfato dissódico
andrio, partes e acessórios para tratores e veículos.

A maior
movimentação das exportações foi para a Argentina, Venezuela, México e
Colômbia; Estados Unidos, Alemanha, Chile, Japão e China. Nas importações, os
países que mais venderam para Indaiatuba foram o Japão, Estados Unidos, China,
Alemanha e Espanha.

Empregos

A
Secretaria de Desenvolvimento de Indaiatuba divulgou também os dados referentes
aos empregos gerados com carteira assinada no município. Indaiatuba aparece no
ranking das cidades da RMC como a quarta maior empregadora com saldo positivo
de 251 empregos, que é a diferença entre admitidos e desligados.

No mês de
julho o município voltou a admitir mais do que desligar, sendo 2.721 admissões
contra 2.470 desligamentos. O setor da indústria de transformação foi o que
mais empregou com 783 vagas preenchidas e 689 desligamentos; no comércio foram
766 admissões contra 739 desligamentos. Já no setor de serviços foram 759
admissões e 709 desligamentos.

O
secretário de Desenvolvimento, Edmundo José Duarte, explica a situação do
município em relação à demanda de empregos. “Com a crise no exterior e a
valorização do Real perante o dólar e o sistema tributário atual, fica mais
difícil exportar os produtos e mais fácil importar; assim dificulta a produção
local e a venda de nossos produtos e isso afeta diretamente na manutenção dos
empregos. Outro fator é a rotatividade de pessoas nas vagas, isto tem em todas
as áreas. Indaiatuba é uma cidade exportadora na qual a economia gira em torno
de bens manufaturados e não em commodities por isso a situação econômica no
exterior tem influência com a geração de empregos local”, detalha Duarte.

No saldo
positivo da geração de empregos na RMC Campinas aprece na primeira posição com
1.990 vagas seguida de Paulínia com 301 e Hortolândia com 263 postos de
trabalho.

 
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