PARTICIPAÇÃO EM AMIGO SECRETO AUMENTA E AJUDA A MOVIMENTAR O COMÉRCIO NESTE FIM DE ANO

Com a economia em lenta recuperação, a tradição de comprar presentes para familiares, parentes, colegas de trabalho, amigos, professores dos filhos, para prestadores de serviços, como a ajudante doméstica, porteiros, entre, outros, hoje perdeu espaço para uma brincadeira de presentear que a cada ano ganha mais popularidade entre os brasileiros: o amigo secreto ou oculto, como muitos preferem. De acordo com uma pesquisa divulgada no último dia 11, pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), essa brincadeira deverá movimentar nada menos que R$ 7,5 bilhões na economia brasileira.

Campinas e Região

Segundo estimativas do Departamento de Economia da Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC), é possível estimar os números da brincadeira no âmbito profissional, nas confraternizações corporativas, com a troca de presentes entre os participantes do evento.

Em 2018, cerca de 22% dos funcionários do trabalho formal participaram de comemorações com trocas de presentes com valor médio de R$ 75,00, o que injetou na economia da Região Metropolitana de Campinas (RMC) cerca de R$ 12,2 milhões.

Para 2019, a pesquisa elaborada novamente para a RMC, aponta que 24% dos funcionários do trabalho formal farão a troca de presentes com valor médio de R$ 81, o que injetará na economia regional cerca de R$ 15,2 milhões, um acréscimo de 25% acima de 2018. “Esta modalidade de presentear em comemorações profissionais e nas festas familiares e particulares é uma maneira econômica de participar de vários eventos sem se sentir constrangido por não conseguir oferecer um ‘mimo’ a todos. Em tempos bicudos da economia, é possível agradar, sem gastar muito”, observa o economista da ACIC, Laerte Martins.

Âmbito nacional

Ainda em relação ao levantamento, feito em todas as capitais brasileiras, a estimativa é de que 66,3 milhões de pessoas participem de pelo menos uma brincadeira dessa modalidade, seja no trabalho (29%) ou na família (72%).

 

Foto: Economista da ACIC, Laerte Martins.

Crédito: Divulgação.

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