PEDIDOS PARA LIBERAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS CRESCEM 131% NA RMC

As construtoras e incorporadoras podem lançar no segundo semestre e inicio de 2020 um total de 9.606 unidades habitacionais e loteamentos na Região Metropolitana de Campinas (RMC). O número é o total de projetos protocolados junto ao Grupo de Análise e Aprovação de Projetos Habitacionais do Estado de São Paulo (Graprohab), órgão ligado ao governo estadual, no período de janeiro a abril deste ano. O total de unidades em fase de aprovação representa uma alta de 131% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando foram protocolados um total de 4.165 unidades.

Os dados foram revelados pelo presidente do órgão, Lacir Baldusco, durante o Smartus Fórum Imobiliário, realizado em Campinas e organizado pela GRI Company para empresários do setor. Campinas tem o maior número de pedidos em análise: 2.677 (com um total de nove empreendimentos, um a mais que no ano passado). Jaguariúna conta com 1.201 unidades (de um total de três empreendimentos, contra um em 2018), seguida de Monte Mor (1.191 unidades habitacionais, para dois empreendimentos). Em média, o Graprohab leva até cinco meses para liberar o empreendimento para lançamento, seguido do início das obras.

Total do Estado

Outro dado divulgado pelo presidente do Graprohab mostra a pujança dos setores da construção civil e imobiliários na RMC, mesmo com o mercado estagnado.

Do total de projetos protocolados neste ano, que aguardam liberação para lançamento e início de obras, em todo o Estado de São Paulo, 20% deles estão localizados na Região Metropolitana de Campinas. Do total, 15% são referentes a projetos de apartamentos e 7% para novos loteamentos, que devem chegar ao mercado ainda no segundo semestre deste ano ou inicio de 2010. “Estes números comprovam o aquecimento e a força do mercado da região de Campinas”, afirma o Presidente da Associação das Empresas do Setor Imobiliário e da Habitação de Campinas e Região (Habicamp), Francisco de Oliveira Lima Filho, que esteve presente ao evento.

Segundo Oliveira Lima, o número de novos empreendimentos que devem chegar ao mercado é uma notícia positiva não apenas para o setor, mas para a economia regional como um todo. “Vai representar mais recursos injetados nas cidades, mais impostos para as prefeituras, novos trabalhos para as construtoras, imobiliárias e fornecedores de matéria-prima e mais empregos ao longo dos próximos meses”, enumera o presidente da Habicamp.

Ele lembra, ainda, que de janeiro a abril o setor da construção civil registrou saldo de 1.373 vagas abertas na RMC, com quatro meses seguidos de contratações de novos funcionários.

 

Foto: Presidente da Habicamp, Francisco de Oliveira Lima Filho.

Crédito: Divulgação.

 

 

 

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