REDE MATER DEI REGISTRA RECORDES OPERACIONAIS E FINANCEIROS NO 2º TRIMESTRE DE 2025

REDE MATER DEI REGISTRA RECORDES OPERACIONAIS E FINANCEIROS NO 2º TRIMESTRE DE 2025

A Rede Mater Dei de Saúde divulgou seus resultados referentes ao segundo trimestre de 2025 e alcançou desempenho histórico em receita, EBITDA e margem EBITDA, considerando o atual portfólio de unidades. Entre abril e junho, o lucro líquido foi de R$ 27 milhões, elevando o acumulado do ano para R$ 47,3 milhões, com margem líquida de 5%.

O EBITDA somou R$ 115,2 milhões, superando os trimestres anteriores, e a margem EBITDA avançou para 21,1%. O crescimento foi impulsionado por fatores como a sazonalidade favorável do setor, a consolidação da unidade de Salvador, o bom desempenho do hospital de Nova Lima — inaugurado em 2024 — e as estratégias para diluição de custos e despesas, entre elas o aumento da taxa de ocupação dos leitos.

As unidades adquiridas em Uberlândia, Goiânia e Feira de Santana também contribuíram para os resultados, registrando, em conjunto, o melhor trimestre desde a conclusão dos processos de integração. A taxa de ocupação da rede atingiu 83%, considerando pacientes de day hospital, e o ticket médio teve alta de 11% em relação ao mesmo período de 2024, embora tenha recuado 3% frente ao trimestre anterior devido ao mix de utilização. “Os números obtidos no primeiro semestre de 2025 foram positivos e de acordo com o nosso planejamento, reflexos de um esforço bem-sucedido em conjunto para a melhoria dos nossos resultados. Temos boas perspectivas para o restante do ano”, afirmou José Henrique Salvador, CEO da Rede Mater Dei. Segundo ele, a companhia tem intensificado iniciativas para atração de novas equipes médicas, ampliando o fluxo clínico e cirúrgico, e reforçando a estratégia em oncologia.

A gestão financeira também apresentou avanços. A dívida líquida caiu pelo segundo trimestre consecutivo, recuando de R$ 781 milhões para R$ 772 milhões em 30 de junho. Ajustada por recompras de ações e movimentações com dividendos, a queda teria sido de R$ 35 milhões, chegando a R$ 746 milhões. Somente em 2025, a empresa já destinou R$ 21 milhões à recompra periódica de ações no mercado.

Outro marco foi a terceira emissão de debêntures, em julho, no valor total de sete anos. Os recursos foram usados para liquidar a 1ª emissão, reduzindo a taxa de juros de CDI+1,60% para CDI+1,10% ao ano e alongando o prazo de vencimento para 2031 e 2032. “Além dos bons resultados econômicos, também percebemos uma melhoria em nossa conversão de caixa, fruto de um trabalho significativo de controle de capital de giro e CAPEX, levando a uma redução de dívida líquida pelo segundo trimestre consecutivo”, destacou Rafael Cordeiro, CFO da Rede Mater Dei de Saúde.

Com crescimento consistente, avanço na eficiência operacional e fortalecimento da estrutura de capital, a Rede Mater Dei projeta perspectivas favoráveis para o restante de 2025.

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