TERRENOS EM LOTEAMENTOS URBANIZADOS AQUECEM O MERCADO IMOBILIÁRIO

A pandemia do novo coronavírus vem provocando mudanças no setor imobiliário brasileiro. O isolamento social tem levado famílias das classes A e B a buscarem áreas maiores e mais isoladas para morar e, ao mesmo tempo, realizar os trabalhos remotamente, longe dos grandes centros. Fatores como redução de juros para financiamentos, queda na taxa selic e maior flexibilização de pagamento também contribuíram para a expansão do setor.

No Estado de São Paulo, segundo dados levantados pelo Sindicato da Habitação (Secovi) em parceria com a Aelo (Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano) e a consultoria da Brain – Bureau de Inteligência Corporativa -, o Valor Geral de Vendas (VGV), no primeiro semestre de 2020, totalizou R$ 1.833 milhões.

Embora o volume de comercialização no primeiro semestre deste ano tenha ficado 12% abaixo do mesmo período do ano passado, há um crescimento a cada trimestre: saltou de R$ 865 milhões (de janeiro a março) para R$ 967 milhões (abril a junho). Mesmo com a pandemia e as incertezas do mercado financeiro, as vendas no Estado totalizaram 16 mil unidades vendidas, contra 17,6 mil no mesmo período de 2019.

Os números em alta são confirmados por uma pesquisa recém-divulgada pela Datastore apontando que 12,1 milhões de brasileiros pretendem adquirir um imóvel nos próximos dois anos, número semelhante ao registrado antes da pandemia.

Expansão

Presente em 23 estados e com mais de 25 mil clientes em carteira, a Nova Cipasa vem sentido este aumento na demanda do consumidor brasileiro por áreas em condomínios e loteamentos mais afastados dos grandes centros. Em 12 meses, a empresa multiplicou por dez suas vendas e vem mantendo uma taxa de crescimento mensal de 10% desde março, segundo Marcelo Scalice, Gestor Comercial da companhia.

De acordo com ele, o isolamento por conta da crise de saúde mudou o conceito de moradia das pessoas. “Hoje as famílias querem áreas grandes, com espaço para home office e varanda gourmet, mais distantes dos grandes centros, onde possam morar, trabalhar e desfrutar de melhor qualidade de vida”, justifica.

Além do mercado aquecido, outro fator importante para o crescimento nos negócios é o novo momento vivido pela empresa, com a troca de investidores e gestão realizada no final do ano passado, tendo como foco a satisfação do cliente.

Esta estratégia vem surtindo resultados positivos, conforme mostra o volume de vendas, com crescimento de sete vezes em relação a 2018 e 2019, e recordes mensais de negócios fechados. A companhia também está retomando, desde o final de setembro, obras em vários estados e gerando empregos diretos e indiretos nas cidades onde está presente. “Com produtos bem executados e cuidados com o cliente, conseguimos gerar resultados em curto prazo”, afirma Rogério Riquelme, Diretor-Executivo da Nova Cipasa. Segundo ele, por conta do aumento nas vendas, a empresa deve voltar aos lançamentos em 2021. “Vivemos um momento importante, com recordes de vendas mensais, fruto dessa reestruturação e volta da confiança dos clientes na marca”, completa.

A Nova Cipasa conta com R$ 500 milhões em lotes prontos e R$ 6 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV) para lançamentos futuros.

 

Foto: Vista do loteamento na cidade de Salto.

Crédito: Divulgação.

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