CBP LANÇA UM NOVO CONCEITO DE VENDER COLCHÕES

Em tempos de crise, a arte de vender torna-se ainda mais difícil e é preciso criar soluções inéditas. Em meio a um período turbulento da economia brasileira, a CBP Indústria do Conforto, uma das mais conceituadas produtoras de colchões do Brasil com unidades em Monte Mor (SP) e Bento Gonçalves (RS), acaba de criar um conceito revolucionário para a comercializaçãcolchãoDSC05163o de produtos que deverá ser lançado oficialmente neste segundo bimestre de 2016: o Smart. “É um produto inédito que vai trabalhar em duas frentes. A primeira facilita a vida do consumidor e a segunda, do lojista e vendedor de colchões. Para quem compra, o Smart oferece um produto padrão para que o cliente possa comparar preços. Hoje uma mesma linha de colchão ganha nomes e preços diferentes dependendo inclusive da loja que o vende. Assim, o ‘colchão X’ na Rede A é chamado de ‘Y’ na rede B, onde tem um centímetro a mais de altura, mas é o mesmo produto. Desta forma fica difícil o consumidor comparar um produto entre lojas e pesquisar preços e, mesmo em uma única loja, pode haver diferenças entre o preço do colchão na loja física e no site. Isso não vai ocorrer no Smart”, diz Olga Fonseca, gerente de Marketing da CBP.

Os colchões Smart são produtos de qualidade superior, não é popular em preço, mas será comercializado a valores justos para a qualidade ofertada e em tamanhos padrões. “Eles se dividem entre firme, macio e intermediário, em tamanhos solteiro e casal. E ponto final. Desta forma o consumidor poderá comparar preço do mesmo colchão em todos os lugares, inclusive, ressalto, sem diferença de valor entre a Internet e a loja física”, conta.

A grande difercolchãoDSC05141ença, por sinal, é justamente para as vendas em loja. “O sistema de vendas é multicanal. O consumidor vai poder comprar por e-commerce ou no ponto de venda, mas o mais bacana é o seguinte: se uma loja quiser vender o colchão, o sistema de venda é diferenciado. Hoje as lojas estão tendo problemas de crédito, por causa da crise, para adquirir colchões, já que têm que primeiro comprar o produto e então praticar suas margens de lucro. No caso do Smart, a loja vai comprar apenas o produto de mostruário”, revela.

Na hora da compra, o pagamento será feito direto pra CBP, que vai ser também responsável pela entrega, e a loja vai emitir uma nota de serviços para receber o pagamento da CBP. “Ou seja, a loja não tem inclusive que ter estoque para o colchão, isso fica por conta da CBP, bem como toda logística de entrega. Na prática, é como se a própria loja fosse um vendedor da CBP, que vai lhe pagar apenas a comissão dela”, diz.

Ampliando este conceito, na prática qualquer pessoa que puder emitir nota fiscal e tiver um espaço de cerca de 12 metros quadrados pra ter dois colchões em mostruário, poderá transformar o espaço em uma loja destes colchões. “Mais ainda, com um iPad a venda de colchões poderá ser feita por alguém que tenha firma aberta até de porta em porta, num estilo Avon calls. É não só uma revolução na forma de vender como uma grande ferramenta de  combate à crise, pois os pontos de venda poderão comercializar com menos custo e investimento e até mesmo alguém que estiver temporariamente fora do mercado poderá vender colchões de porta em porta”, ressalta.

 

Foto 1 – Equipe da CBP.

Foto 2 – Gerente de Marketing da CBP, Olga Fonseca.

Crédito: Divulgação.

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