NOVA CIPASA URBANISMO FECHA 2021 COM CRESCIMENTO DE 22,5% EM VENDAS

O mercado de loteamentos no Brasil vem em alta há dois anos. Entre as principais razões apontadas pelo mercado para esta expansão estão a busca por melhor qualidade de vida, áreas residenciais maiores, proximidade da natureza, infraestrutura completa, próximas aos grandes centros, sem a necessidade para grandes deslocamentos, preços e financiamento que caibam no bolso do consumidor.

A Nova Cipasa Urbanismo, desenvolvedora de loteamentos com 21 projetos ativos no País, também acompanha este aquecimento do mercado, registrando em 2021 um crescimento de 22,5% nas vendas de unidades, número expressivo se comparado ao crescimento do mercado brasileiro. Os negócios fechados correspondem ao relançamento de empreendimentos, após um período de colocação da casa em ordem.

Para o gestor comercial da Nova Cipasa, Marcelo Scalice, os números de 2021, assim como dos anos anteriores, são muito bons e considerados como uma expansão considerada sustentável pela empresa. “Todos os estados que estamos presentes contribuíram para este número”, completa.

Ele lembra, ainda, que em 2020, primeiro ano de gestão da nova diretoria, e após uma completa reestrutura, com foco na satisfação do cliente, a Nova Cipasa já havia registrado um crescimento exponencial, de 130%. “A expansão nestes dois anos ocorreu graças ao foco da empresa na retomada das obras paralisadas, políticas comerciais mais agressivas e recuperação da imagem, que tiraram a antiga empresa da zona de conforto e ajudaram a consolidar este crescimento”, diz.

Das vendas firmadas em 2021, cerca de 10% delas foram por canais digitais, nova tendência que chegou para ficar no mercado imobiliário. “Desde 2019 a Nova Cipasa Urbanismo vem destinando boa parte de seus investimentos para a readequação de seus negócios ao mundo digital, levando informações ao público pelos canais digitais e criando novas ferramentas”, realça o diretor da companhia Rogério Riquelme. “A nossa taxa de conversão tende a aumentar nos próximos anos”, completa.

Apesar da crise do mercado como um todo e das incertezas decorrentes da pandemia, que tem corroído os ganhos das famílias, e de ano eleitoral, Riquelme está otimista para 2022. “Ainda é cedo para falar um percentual de crescimento no ano. Vamos esperar mais algum tempo e avaliar o andamento do mercado”, finaliza.

 

Foto: Empreendimento Verena, em Teresina.

Crédito: Divulgação.

 

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