PALÁCIO DO PAPAI NOEL EMPREGA PAPELÃO, JORNAL E COPOS PLÁSTICOS NA DECORAÇÃO

Quem chega ao Palácio do Papai Noel, em Campinas (SP), logo vê um soldadinho de chumbo na fachada de uma casinha de tijolos aparentes. Mas, o que pouca gente sabe é que essa é uma casa diferente, feita com caixas de papelão recortadas, coladas e pintadas à mão. O trabalho artesanal e o conceito de reutilização criativa, denominado upcycling, estão presentes em outros ambientes da atração natalina, com entrada franca, que pode ser visitada até 23 de dezembro. O Palácio do Papai Noel ocupa 320 metros quadrados no Palácio da Mogiana, que fica na Rua Visconde do Rio Branco, 468, esquina com Rua General Osório, Centro. A realização é da Associação Comercial de Campinas (ACIC) em parceria com a Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) e a Prefeitura de Campinas.

Com o tema “Natal da Alegria”, o endereço oficial do Papai Noel este ano apresenta ambientes decorados com cores alegres e vibrantes. A visita começa no andar térreo do prédio e, logo após o primeiro lance de escada, seis papais-noéis à bordo de balões “sobrevoam” dezenas de caixas de presentes cenográficas. Os balões são, na verdade, bexigas infláveis que receberam uma camada de cola com água e foram recobertas com folhas de jornais, em uma técnica denominada papietagem.

As caixas de papelão estão presentes em diversos ambientes, como na Sala da Neve, onde formam as fachadas de casinhas, prédios e até o aparador, no alto, de onde Papai Noel parece filmar os visitantes. O ambiente é interativo – uma câmera escondida que capta os movimentos dos visitantes enquanto eles brincam com a neve artificial que cai do teto, e os projeta em uma tela na parede.

A casinha dos ursos no ambiente Sala dos Ursos no Piquenique na Floresta, também é feita do mesmo material, e, na saída, o lustre é todo de copos de plástico descartáveis. As matérias-primas reutilizadas passam despercebidas do público, ao se mesclarem harmoniosamente a mais de 20 mil luzes e objetos decorativos, para criar o efeito lúdico proposto pelos idealizadores.

Para a vice-presidente da ACIC, Adriana Flosi, a proposta de reutilizar materiais que seriam descartados vem ao encontro dos preceitos do desenvolvimento sustentável, verificado em nível mundial, nos diferentes modelos de negócios. “Nosso objetivo foi incentivar os varejistas a adotar medidas sustentáveis no seu estabelecimento, de modo a reduzir o seu impacto no meio ambiente, e contribuir para que as gerações futuras possam suprir suas próprias necessidades. Essa é, também, uma pauta relevante para a questão da competitividade das empresas. Estudos comprovam que marcas engajadas em alguma causa são mais atraentes para os consumidores”, enfatiza ela.

 

Fotos 1 e 2 – Palácio do Papai Noel em Campinas.

Crédito: Divulgação.

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