ATIVIDADE FÍSICA CONTRIBUI EM OUTRAS ÁREAS DO CONHECIMENTO

A atividade física, o brincar e o jogar são fundamentais para o aprendizado na infância. Por meio do jogo, a criança aprende ainda a tomar decisões, resolver problemas, respeitavibraçãor limites e enfrentar a realidade. Ciente disso, o Colégio Integral lança mão de estratégias lúdicas para promover o desenvolvimento moral, afetivo, cognitivo e social dos estudantes.

Luciana Haddad Ferreira, coordenadora pedagógica da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I do Integral, afirma que jogos e brincadeiras são utilizados como ferramentas didáticas em todas as séries, aplicados conforme o que o professor quer ensinar.

De acordo com ela, no Infantil, a brincadeira de faz-de-conta é imprescindível para a organização do pensamento, estruturação da personalidade e ajustamengiz na quadrato das regras de convívio social. No Ensino Fundamental, os jogos de regras auxiliam muito no desenvolvimento do senso de justiça, igualdade e cooperação. Já para os alunos dos anos finais deste segmento, as brincadeiras que envolvem estratégias se mostram desafiadoras: “Elas ampliam a capacidade de raciocínio, permitem o exercício de criticidade e a reflexão”, frisa a educadora.

Para o professor de Educação Física do Integral, Leonardo Pignata, brincar é tão necessário para a criança quanto a alimentação e o carinho e faz com que ela adquira experiências significativas para o seu desenvolvimento. “Quando utilizamos o jogo e a brincadeira como estratégias de ensino, vamos a favor do aumento de vivências lúdicas no cotidiano das crianças. Também permitimos a manifestação infantil com toda sua intensa motricidade, sua capacidade de fantasiar e suas ações caracteristicamente lúdicas”, reforça.

Pignata ressalta que a participação em jogos propicia também o posicionamento de diferentes pontos de vista pelo conflito que provoca. Quando joga, a criança ainda desenvolve a autonomia e a cooperação no processo de resolução do embate. “Essas noções, uma vez adquiridas e bem compreendidas, passam a fazer parte da vida da criança, sendo empregadas, posteriormente, em situações reais”, observa o professor.boliche3

Ao observar as ações da criança durante o jogo, pode-se descobrir, conforme Pignata, quais são os seus recursos de pensamento: caminhos percorridos; reconhecimento de erros e tentativas para superação; levantamento de hipóteses, estratégias de ataque e defesa, entre outros. Além disso, quando joga, a criança dá outras informações a serem consideradas, tais como: que tipo de postura adota, como se relaciona com parceiros, quais reações apresenta e como lida com os materiais. “Na atividade lúdica, a criança vivencia regras impostas e tem oportunidade de transformá-las e recriá-las de acordo com suas necessidades e interesses. E mais: ela pode compreendê-las. Não se trata de uma mera aceitação, mas de um processo de construção que se efetiva com a sua participação”, avalia Pignata.

Luciana salienta que as crianças são plenamente capazes de compreender a carga de aprendizado presente nas brincadeiras propostas na escola e, por isso, as diferenciam da brincadeira que acontece em outros espaços de convivência. “O aluno sempre percebe e deve ter consciência do seu aprendizado. Aliás, a ampliação desta percepção de seu lugar no mundo é imprescindível para o desenvolvimento de suas funções cognitivas”, explica.

O professor de educação física alerta que o brincar utilizado   como recurso pedagógico não deve ser dissociado da atividade lúdica que o compõe.
Ele lembra que a vida escolar regida por normas e tempos determinados já favorece este processo, tornando o brincar na escola um divertimento diferente das outras ocasiões.

Foto 1 – Vibração dos alunos.

Foto 2 – Giz na quadra.

Foto 3 – Boliche

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