UMA AULA SOBRE DIVRCIDADE E RESPEITO ENTRE AS PESSOAS

Inspirada na história que circulou pelo mundo dias atrás, dos coleguinhas norte-americanos de 5 anos, Reddy (que é um menino negro) e Jax (que é branco), que quiseram enganar a professora por estarem com o mesmo corte de cabelo, Bianca Bellini Emmanuelli, do Coldiversidade e respeito3 reduzidaégio Integral, promoveu em sua sala do 2º ano do Ensino Fundamental I, na unidade Alphaville, uma dinâmica para incitar a classe sobre as primeiras noções de geografia.

Bianca explica que o objetivo da grade curricular desta disciplina nesta fase, no Colégio Integral, é fazer com que o aluno parta do individual para o todo a fim de que, mais adiante, consiga entender a dimensão e a pluralidade do planeta.

Estimulados pela professora, os alunos, em duplas, procuraram semelhanças e diferenças entre si e depois se olharam no espelho para compararem as aparências. Bianca conta que, no início, as crianças ficaram tímidas. A proposta pedia que olhassem o rosto um do outro bem de pertinho. Mas, ao longo da dinâmica se soltaram e o que veio depois foram só elogios: “Os olhos do Lucas brilham mais que o meu; o cabelo da Isabela é mais macio; as bochechas do Marcelo são mais vermelhinhas”, foram alguns dos comentários soltos no ar, conforme contou Bianca.

A professora disse que as crianças fizeram duas rodadas da brincadeira. Na primeira, elas mesmas escolhiam seu par. Na segunda vez, Bianca estipulou as duplas. Em seguida, em formato de uma grande roda, conversaram sobre as diferenças entre eles e, neste momento, não falaram só da aparência, para encanto de Bianca. “Temos um aluno com deficiência óssea na perna e ninguém mencionou sobre sua limitação física. Ao contrário, destacaram o quanto ele sabe tudo sobre animais e o quanto ele é ás em pesquisas”, contou, emocionada.

Para ilustrar o diversidade e respeito reduzidaquanto as diferenças são salutares e o ser humano precisa delas, a professora deu andamento à proposta da matéria e pediu que os colegas se entrevistassem perguntando do que cada um mais gostava entre os itens programas de TV, brincadeiras, comida e cor.

Diante de uma semelhança e outra, e de um espanto aqui e outro acolá, quem teve escolha diversa da do amigo sentiu-se desafiado a experimentar uma fruta ou assistir a um desenho que nunca se interessou, só para entender a motivação da preferência do colega. “Eles concluíram sozinhos que a diversidade enriquece o convívio”, pontua.

E apresentado para a história dos americaninhos Reddy e Jax, o 2º ano do Fundamental I do Integral morreu de rir por achar graça dos meninos, “tão criancinhas ainda”, não conseguirem identificar suas várias diferenças. “Eles não acreditaram que os amigos se achavam parecidos. Não mencionaram só a cor, mas aproveitaram para fazer uma grande análise sobre as crianças trazidas pela reportagem”, brinca Bianca.

Na continuidade da disciplina, a turma é levada a reconhecer que, além da família, há outros grupos dos quais ela faz parte, como condomínio, igreja e clube, até posteriormente ganhar, conforme for evoluindo nos estudos, a noção de bairro, cidade, estado, país, mundo e universo.

O Integral nasceu em Campinas, em 1980, com o Curso Integral, fruto da iniciativa de um conjunto de estudantes universitários egressos do Instituto Tecnológico da Aeronáutica, o ITA.

Desde então, uma ideia orienta aquele que é um dos maiores grupos educacionais do interior de São Paulo: a formação global, do aluno e do indivíduo, com o intuito de preparar para a universidade e para a vida. Busca o equilíbrio entre o prazer no aprendizado e a exigência nos resultados. Desenvolve, assim, a curiosidade e o espírito crítico, a autonomia e a responsabilidade.

O Integral é destaque na área educacional na Região Metropolitana de Campinas, cidade que concentra um dos maiores polos tecnológicos e econômicos do País, com grandes e excelentes universidades, além de empresas de alta tecnologia. Em Campinas, o Integral tem quatro unidades, Paineiras, Alphaville, Parque Prado e Taquaral. O Instituto está presente também em Paulínia e Vinhedo.

Fotos 1 e 2 -Diversidade e responsabilidade.

Crédito: Divulgação.

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