EXECUTIVO 4.0 AUMENTA OS DESAFIOS PARA EMPRESAS E RECRUTADORES

Encontrar executivos de alto nível está cada vez mais difícil. Não só porque as exigências das empresas hoje são maiores, mas porque os profissionais disponíveis estão cada vez mais seletivos, com interesses que vão além de cargos, salários e benefícios. “As empresas querem executivos de alta performance, pensamento ágil, liderança estratégica e orientados para o cliente. Entre as prioridades dos candidatos estão também a integridade, a responsabilidade social e o balanço entre vida profissional e pessoal”, explica Márcia Reggiani de Almeida, que, a partir de 2020, assume a liderança da Reggiani Hunting, referência entre as empresas de headhunting de Minas Gerais.

Segundo ela, o fenômeno é global e foi constatado por uma pesquisa com 348 executivos de 30 países realizada este ano pela Glasford International – Executive Search Consultants, uma Cooperativa Global de empresas, com sede na Holanda, da qual a Reggiani Hunting é a única empresa membro cooperada em todo o Brasil.

Enquanto o foco em resultados, gestão de mudanças e visão estratégica eram requisitos do executivo “top” há alguns anos, hoje o perfil do Executivo 4.0 é aquele capaz de montar e gerir equipes de alta performance, de exercer real liderança estratégica e agir com integridade em relação às normas, aos valores, à governança. “O desafio dos recrutadores é promover o ‘fit cultural’, que é o encontro de visões entre empresas e candidatos”, diz Márcia Reggiani. Segundo a Glasford International, os candidatos de alto potencial querem oportunidades para implementar suas ideias e influenciar o desenvolvimento de negócios, buscam uma identificação entre seus valores e os da empresa e exigem uma atmosfera positiva de trabalho. “A reputação das empresas já é um condicionante para a aceitação de ofertas para bons cargos”, explica a diretora-executiva da Reggiani Hunting. “Quando o ‘fit cultural’ não acontece, a capacidade das empresas em reter seus talentos é muito pequena”, alerta a diretora da Reggiani Hunting.

Renovação e ampliação

Márcia Reggiani, que é administradora de empresas com experiência em planejamento e controle em multinacionais, e que nos últimos anos tem atuado no recrutamento de executivos e profissionais estratégicos, assume a liderança da empresa no lugar de Maria Reggiani, que fundou a empresa há 28 anos e que deixa o dia a dia para tornar-se Conselheira da empresa. “É uma transição que vem sendo programada há três anos e que entra em vigor em 2020”, diz a criadora da empresa. Paulo Coutinho, outro sócio-diretor da Reggiani Hunting desde 1998, também comporá o Conselho de Administração, permanecendo, ao mesmo tempo, à frente das operações internacionais e do relacionamento com a Glasford International. “Como conselheiros, teremos a responsabilidade de pensar estrategicamente a organização, definindo rumos, orientando e apoiando as tomadas de decisão com vistas a perpetuar a empresa no mercado, garantir a manutenção dos valores que fazem o seu diferencial no mercado, maximizar o resultado operacional e o retorno dos investimentos em bases  sólidas”, diz Maria Reggiani.

Em 2019, a Reggiani Hunting teve seu melhor desempenho dos últimos quatro anos e Márcia Reggiani mantém uma expectativa otimista em relação a 2020. A equipe foi reforçada com a chegada de consultoras associadas e o alcance de suas operações foi ampliado. Além de Débora Camilo de Souza e June Coutinho, que já atuavam na empresa há anos, juntaram-se ao time as consultoras Giselle Brighenti, na Gerência de Operações, e Andrea Bacci e Daniele Riêra, que agregam São Paulo aos mercados da empresa. O time de BH ainda ganhou a adesão das consultora Ana Luiza Ferreira e Paola Prates. “Ganhamos em experiência, capacidade e amplitude para encontrar os profissionais certos para as empresas e as empresas certas para os candidatos”, diz Márcia Reggiani. “Vamos usar nossa experiência de mercado, nosso networking e nossas parcerias internacionais para ajudar as empresas e os candidatos a enfrentar e vencer os desafios desse novo mundo do Executivo 4.0”, conclui Márcia Reggiani.

 

Maria Reggiani, Marcia Reggiani e Paulo Coutinho.

Crédito: Divulgação.

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