EMPRESA DE MOBILIDADE E ENTREGA, BOLT, QUER ENTRAR NO MERCADO BRASILEIRO POR MEIO DE FRANQUIAS

Em 2020 a Bolt, empresa de origem na cidade de Tallinn, capital da Estônia, que atua no segmento de mobilidade e serviços de entrega, dobrou o número de clientes, saltando de 25 milhões para mais de 50 milhões de usuários. Hoje, a marca se faz presente em mais de 40 países e 200 cidades da Europa, África e América Latina – México, Equador e Paraguai – e agora chega ao Brasil com o lançamento de seu bem sucedido programa de franquia, o Bolt Franchise. “O mercado brasileiro é bastante interessante do ponto de vista competitivo. Acreditamos muito no potencial de crescimento que oferece a esse tipo de serviço, não apenas no Brasil, mas em toda a América Latina, dada a situação comercial e regulatória da região”, afirma animado Nikita Utkins, gerente de expansão da Bolt.

De acordo com Utkins, a Bolt quer entrar no mercado nacional firmando parcerias com empresários locais, que, de fato, são os que melhor entendem a cultura e as necessidades dos consumidores brasileiros. “Queremos que os grandes empresários locais tenham acesso à nossa tecnologia de ponta para que possam oferecer aos seus consumidores serviços de alta qualidade e acessíveis”, explica o executivo. “Apesar da crescente popularidade dos serviços sob demanda nos últimos anos, ainda há um enorme potencial de inovação no setor”, acrescenta.

Os empresários que ingressarem na Bolt Franchise ficarão responsáveis pelas operações locais, além de desenvolverem ações de marketing, de suporte ao cliente e de integração entre motoristas e entregadores. As empresas que aderirem ao programa podem optar por fazer acordo com a Bolt para lançar um ou mais serviços, de acordo com sua necessidade, disponibilidade e interesse.

Sobre o investimento necessário por parte dos interessados em representar a Bolt Franchise no Brasil, Utkins diz que não pode estimá-lo, pois este é definido em função da abrangência do território que será explorado pelo franqueado. Porém, segundo ele, a Bolt está aberta a negociações. “Podemos ‘conversar’ sobre a cessão da franquia para uma única cidade ou até mesmo para a cessão da franquia para uma região, tipo master”, revela. “Queremos acelerar o crescimento da Bolt expandindo seus serviços para além das fronteiras da Europa e África, onde a marca já tem excelente desempenho”, enfatiza Utkins, que não vê obstáculo na crise econômica e restrições impostas, sobretudo, pela pandemia do coronavírus. “Vemos que, mesmo durante a crise, as pessoas ainda precisam se locomover pelas cidades e queremos ajudá-las, oferecendo-lhes uma forma de locomoção segura, bem como em nossos serviços de entregas”, afirma o executivo da Bolt.

 

Foto: Nikita Utkins, gerente de expansão da Bolt.

Crédito: Divulgação.

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