ACIC VÊ COM OTIMISMO A SUSPENSÃO DA FASE VERMELHA AOS FINAIS DE SEMANA

A Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC) viu com entusiasmo a suspensão das medidas mais restritivas das atividades comerciais (Fase Vermelha do Plano São Paulo), aos finais de semana, que começou no último sábado (06/02), e após às 20h, nos dias úteis, primeiro, porque isso reflete uma estabilidade na confirmação de casos e nos óbitos em decorrência da Covid-19. Além disso, do ponto de vista dos empresários que vivenciam o dia a dia no comércio, a restrição de horário e o fechamento aos finais de semana acabam por causar efeito contrário, promovendo um maior adensamento de pessoas nas lojas quando estão abertas.

De acordo com a ACIC, o comércio cumpriu a sua parte desde o início da pandemia. Adotou os protocolos sanitários e, quando precisou fechar, de acordo com o que determinavam os decretos vigentes em cada momento, buscou maneiras alternativas para tentar manter as vendas e para preservar os empregos. Como uma entidade legalista, esta sempre foi a orientação da Associação para os setores que representa. No entendimento da diretoria da ACIC, aqueles que seguem a lei e as medidas, visando proteger tanto os colaboradores quanto os clientes, não podem ser penalizados.

Com a permanência de Campinas na Fase Laranja, o comércio do Centro poderá abrir aos sábados no mesmo horário de funcionamento dos dias úteis, das 09h às 17h, com 40% da capacidade. Da mesma forma, para a ACIC, a revogação dos pontos facultativos do Carnaval, entre os dias 15 e 17 próximos, pelos governos estadual e municipal, é positiva para o comércio, já que as lojas poderão funcionar por oito horas.

Dados econômicos

Em Campinas, mais de 3.873 empresas encerraram suas atividades em 2020. Na RMC, foram 9.790 empresas fechadas no período.

Campinas registrou 149.328 demissões no ano passado, contra 143.662 contratações, um saldo negativo de 5.706.  Na RMC, foram 361.443. desligamentos e 357.279 admissões, saldo negativo de 4.164.

O comércio eletrônico, que foi a alternativa para os empreendimentos “não essenciais” quando estes não puderam permanecer abertos, ainda representa apenas 10% do total de faturamento do comércio, de acordo com avaliação da Boa Vista.

 

Foto: Comércio do centro de Campinas.

Crédito: Divulgação.

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