SUCESSÃO E ACESSO À TECNOLOGIA SÃO DOIS GRANDES DASAFIOS DA INDÚSTRIA ATACADISTA E DE DISTRIBUIÇÃO BRASILEIRA

SUCESSÃO E ACESSO À TECNOLOGIA SÃO DOIS GRANDES DASAFIOS DA INDÚSTRIA ATACADISTA E DE DISTRIBUIÇÃO BRASILEIRA

Responsável por conectar fabricantes e produtores a varejistas, fornecendo uma ampla gama de produtos em grande volume que vão desde os alimentícios, bebidas, farmacêuticos a tantos outros, a indústria atacadista e de distribuição brasileira tem um papel fundamental na economia do país, garantindo o abastecimento e o acesso a produtos em todo o território nacional. De acordo com a pesquisa divulgada em maio deste ano pela ABAD – Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados – houve um aumento no faturamento do setor em 2022 em relação ao ano anterior, atingindo a marca de R$ 364,3 bilhões, o que representa um crescimento de  12,2%.

Em um país de dimensões continentais e regiões de realidades culturais e econômicas tão distintas, o segmento também enfrenta grandes desafios. Entre eles, a alta carga tributária, a burocracia que atrasa entregas, a grande competição do setor, composto por muitas empresas, a grande maioria formada por pequenas e médias (PMEs), que disputam espaço no mercado com grandes players na tentativa de oferecer preços competitivos e atender às próprias expectativas dos consumidores cada vez mais exigentes. E tem mais, ainda segundo a ABAD, existem dois componentes fundamentais que estão atrelados às dores dos distribuidores – a sucessão e o acesso à tecnologia. Esses pontos foram levantados durante um encontro com o CEO da Fieldy, Filipe Nascimento.

No comando da salestech que oferece um app mobile para acelerar a força de vendas integrada aos principais ERPs, CRMs e BIs do mercado, Filipe conhece bem os desafios do setor. Convidado para se associar a ABAD, ele pode dividir um pouco da sua experiência com a instituição de abrangência nacional, que atua somando forças para o desenvolvimento do setor. Em relação a sucessão, o CEO enxerga com otimismo uma nova safra de sucessores, mais aberta à aceleração digital e que provavelmente colherá os frutos dessas mudanças mais rapidamente também.

Para a ABAD, a sucessão é um ponto de atenção, uma vez que a grande maioria das empresas varejistas são familiares e de tempos em tempos tem de lidar com líderes que precisam estar cada vez mais preparados para suprir as demandas de um mercado que não para de evoluir e se transformar.

Do mesmo modo, o acesso às soluções tecnológicas, que surgem a todo instante e estão disponíveis com mais facilidade para os varejistas localizados próximos aos grandes centros, aumenta ainda mais a distância daqueles que estão em regiões remotas. A transformação digital tem impactando o setor de distribuição, com as novas tecnologias, como a Internet das Coisas (IoT), análise de dados e automação de processos. E as empresas que não se adaptarem a essas mudanças poderão enfrentar sérios problemas para acompanhar a concorrência. “A demora na aceleração digital e no uso de tecnologias mais produtivas, impactam diretamente o negócio. Hoje o gerenciamento de estoque versus a demanda de vendas, atrelado ao desempenho do time de vendas e com o mapeamento do mercado consumidor, por exemplo, são estratégias do dia a dia que só com a ajuda da tecnologia se tornam viáveis. Além disso, as dimensões geográficas do país também dificultam esse gerenciamento”, defende Filipe.

Para ele, que é especialista em varejo, uma das barreiras a serem derrubadas são os  custos com softwares e soluções de mobilidade, que devem ser encarados como investimento. “Tem um ROI atrelado a essas mudanças de cultura e utilização de novas ferramentas. Acredito que é importante mais testes com novos parceiros de softwares. É muito perigoso achar que não se mexe em time que está ganhando, o mercado muda muito rápido e cada vez mais rápido, então, novas parcerias são sempre importantes”, diz.

De acordo o especialista, um dos possíveis caminhos para uma equalização maior entre produtividade e tecnologia está no investimento de apps de mobilidade de força de vendas, que possibilitam a integração entre sistemas, tecnologia em nuvem, decisões gerenciadas por dados e muito mais. Além de um fórum técnico e comercial entre representantes do segmento, na tentativa de manter o debate e as trocas de experiências no setor.

A Fieldy é uma empresa do ecossistema Ativy que, focada em soluções de mobilidade em nuvem para vendas em campo, entrega um framework completo de ferramentas para facilitar a rotina de quem carrega a empresa para todos os cantos ─ e, também, de quem gerencia as informações da porta para dentro. Seu principal objetivo é acelerar a força de vendas por meio de comandos de voz inteligentes, inteligência artificial, geolocalização e rastreabilidade; possibilitando operações de ordem de entrega, atendimento a clientes e pedido de vendas a partir de uma solução PDV Mobile nativamente integrada aos principais ERPs, CRMs e BIs do mercado.

 

Foto: CEO da Fieldy, Filipe Nascimento.

Crédito: Divulgação.

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