OS PÉSSIMOS RESULTADOS DA ECONOMIA

OS PÉSSIMOS RESULTADOS DA ECONOMIA

31 de março de 2015.
COLUNA DO JORNALISTA VIEIRA JUNIOR
Os cadernos de economia não têm
notícias boas sobre o Brasil há algum tempo. No início de 2015, a situação
piorou e o dólar, tomado como bandeira por muitos, representa apenas a ponta do iceberg. Nesta
semana, o mercado já previu queda de 1% no PIB para 2015. Segundo matéria
divulgada pelo Valor Econômico, os analistas voltaram a baixar suas
expectativas para o desempenho da economia e, agora, preveem retração, com base
no boletim Focus, do Banco Central.
De fato, o momento não é bom para
ninguém. Na semana passada, a previsão de queda do PIB já era 0,83%. O
comércio, tido como setor que reluta em sentir o peso do mau momento, já dá
seus sinais de que mais vacas magras estão por vir. Os varejistas parecem estar
completamente desanimados com o aumento da energia, frete e insumos importados,
a mesma razão para o desânimo na indústria. Assim, resta o setor de serviços, o
único que nos deleitava com boas notícias nos últimos meses. Deleitava…
Agora, até o “super setor” do governo já demostra pessimismo. O tempo será de
vacas e espigas magras.
Tudo isso é sentido na pele pelos
brasileiros, o preço da gasolina, dos alimentos, dos passeios… Também é
refletido nos números dos institutos de pesquisa, o que contribui para afastar
os investimentos no Brasil. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) informou que o PIB aumentou apenas 0,1% em 2014. Na contramão de tudo,
todos e todas (como gosta de dizer a presidentA), o consumo da administração
pública no Brasil aumentou 1,3%, mais do que o consumo das famílias, que
cresceu 0,9% no período, gerando uma “situação fiscal insustentável”, como
declarou hoje (30/03) o ministro da Fazenda, Joaquim Levy.
Em outras oportunidades, Levy já
disse que algumas “desonerações” feitas pelo governo nos últimos anos foram
completamente irresponsáveis. De fato, o ministro tem razão, mas talvez ainda
não tenha entendido bem o jogo do atual governo. O fato é que as medidas foram,
até então, populares e, a curto prazo, era o que realmente importava. Agora,
sem dinheiro para manter a “irresponsabilidade” é hora de ajustar e fazer com
que a própria população pague a conta.  Mas, lembre-se, ministro: Dilma
dificilmente cairá (afinal ela nunca pode ser investigada ou responsabilizada
por algo), já você… Os últimos casos de ministros que o digam.
Jornalista,
pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas
(IBE-FGV)

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